domingo, 30 de setembro de 2012

Aquilo que te arremata

Um bom livro. Pode ser qualquer um do Ian McEwan que já me detona nas primeiras páginas.

Amsterdam, Companhia das Letras.

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PS: Elo voltando devagar gente.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Meta: em 2012 eu serei ryca!

Para ser ryca (o) em 2012, você vai precisar de:

- 1 garrafa pet.
- 1 faca.
- Moedas de 1 real.
- Criatividade (não tenho).
- Boa vontade e foco no objetivo (vou tentar!)


O resto é simples: faça um cortinho do tamanho da moeda de 1 real.














O lance é colocar somente moedas de 1 real. Como ela é maior não sai pela tampa, e quando você for abrir seu cofrinho não vai dar aquela depressão de ter R$ 15.35 depois de meses economizando (já aconteceu comigo).














Agora entra a parte mais difícil: a decoração! Roubei das canetinhas da minha irmã mas mesmo assim ficou uma bela porcaria:














Por enquanto tenho cinco reais! Vale lembrar que eu aprendi essa dica com o motoboy que veio entregar pizza aqui em casa esses dias. Paguei com 34 moedas de 1 real e ele me explicou como faz esse cofrinho. Me contou que uma vez ele fez, mas precisou abrir quando metade da garrafa estava cheia de moedas, pq passou por uma emergência. Tinha mais de 400 reais guardados!

Vocês devem estar se perguntando: o que essa infeliz vai fazer com dois litros de moedas de 1 real? Não é obvio? Comprar tudo em bala!

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PS: 2012! Uhuuu! ;D

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Tudo se renova

"E assim, com o sol e as explosões de folhas brotando nas árvores, à maneira como as coisas crescem num filme acelerado, tive aquela certeza familiar de que a vida se renova a cada verão".

O grande Gatsby, Penguin Companhia, pág. 68.



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PS: Um livro triste, que tanto ouvi falar mas só agora conheci seu final.
PS2: Mais sobre ele por aqui em breve. Prometo!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

When you were young

Tudo é tão simples quando somos crianças.

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PS: Doce outubro.
PS2: Ando sumida.
PS3: É a vida.

domingo, 11 de setembro de 2011

Terça-feira, 11 de setembro de 2001


E para não dizer que não falei das flores, como eu soube do ataque às Torres Gêmeas? Naquela terça-feira  meu pai me pegou na escola como sempre. Estava no segundo ano e ainda não sabia do acontecido, nem lembro se eu tinha celular na época. O pai me contou no carro, no caminho para casa. Na hora, eu confundi o Word Trade Center com o Empire Stade Building, pq não conseguia entender o que o pai estava falando. Até então eu não tinha ouvido falar nas Torres Gêmeas, não tinha a menor ideia que elas existiam, pelo menos conscientemente. Foi só quando cheguei em casa e vi tudo aquilo, aquelas cenas horríveis na televisão, que entendi o que estava acontecendo. 

E aí? Bom, aí nada. Não me lembro de mais nada. Incrível como eu apago as coisas da minha memória. Não me lembro o que eu fiz depois, nem das homenagens nos anos seguintes. Passei despercebida pelos atentados. Claro que depois de adulta comecei a ver aquilo tudo com outros olhos, sua influência no nosso dia a dia, na literatura, no cinema e na vida de milhões de americanos e nas nossas, (in)diretamente.

Concordo que os ataques abalaram as estruturas (literalmente) de uma das maiores potências mundiais, e que até hoje, 10 anos depois, os EUA ainda não estão livres das consequências daquele dia. Assim como eu penso que durante décadas, países que estiveram (e estão) em guerra ficaram com a sombra de novos ataques. Acho as homenagens dignas e sei que tudo deve ser lembrado com respeito e dignidade, sem achar que esta batalha está ganha. 

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PS: Para quem ainda não assistiu, fica a dica do documentário "O Equilibrista". Nele a história do louco da enchente que atravessou as Torres Gêmeas em cima de uma corda. Sensacional.

domingo, 4 de setembro de 2011

A primavera triunfa


"Com tantas árvores na cidade, podia-se ver a primavera chegando dia a dia, até que uma noite de vento quente a traria de repente na manhã seguinte. Pesadas chuvas frias poderiam retardá-la às vezes, e temíamos que nunca mais chegasse, fazendo-nos perder, assim, uma estação em nossa vida. Esse era o único tempo realmente triste em Paris porque era fora do natural. A gente já espera ficar triste no outono. Uma parte da gente morre a cada ano, quando as folhas caem das arvores e seus galhos ficam nus, batidos pelo vento e pela luz fria, invernal. Mas sabíamos que haveria sempre outra primavera, como sabíamos que o rio fluiria de novo depois de ser congelado. Quando as chuvas frias continuavam durante longo tempo e acabavam matando a primavera, era como se um jovem tivesse morrido à toa.
Naqueles dias, porém, a primavera triunfava, mas dava-nos um frio na espinha pensar que faltava pouco para que ela tivesse falhado". 

Paris é uma festa, Ernest Hemingway. Pág. 59 - Bertrand Brasil.

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PS: Tatie, meu BFF do feriado.
PS2: Primavera é a minha estação gente.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Update - Ainda me irrita

Perder a ponta do durex. Raiva que me cega.

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PS: Se eu preciso fazer algo com durex, acreditem vai demorar.
PS2: Calor! Eba!
PS3: Setembro vem com tudo seu lindo! #25anosfeelings