"E assim, com o sol e as explosões de folhas brotando nas árvores, à maneira como as coisas crescem num filme acelerado, tive aquela certeza familiar de que a vida se renova a cada verão".
O grande Gatsby, Penguin Companhia, pág. 68.
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PS: Um livro triste, que tanto ouvi falar mas só agora conheci seu final.
PS2: Mais sobre ele por aqui em breve. Prometo!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Terça-feira, 11 de setembro de 2001
E para não dizer que não falei das flores, como eu soube do ataque às Torres Gêmeas? Naquela terça-feira meu pai me pegou na escola como sempre. Estava no segundo ano e ainda não sabia do acontecido, nem lembro se eu tinha celular na época. O pai me contou no carro, no caminho para casa. Na hora, eu confundi o Word Trade Center com o Empire Stade Building, pq não conseguia entender o que o pai estava falando. Até então eu não tinha ouvido falar nas Torres Gêmeas, não tinha a menor ideia que elas existiam, pelo menos conscientemente. Foi só quando cheguei em casa e vi tudo aquilo, aquelas cenas horríveis na televisão, que entendi o que estava acontecendo.
E aí? Bom, aí nada. Não me lembro de mais nada. Incrível como eu apago as coisas da minha memória. Não me lembro o que eu fiz depois, nem das homenagens nos anos seguintes. Passei despercebida pelos atentados. Claro que depois de adulta comecei a ver aquilo tudo com outros olhos, sua influência no nosso dia a dia, na literatura, no cinema e na vida de milhões de americanos e nas nossas, (in)diretamente.
Concordo que os ataques abalaram as estruturas (literalmente) de uma das maiores potências mundiais, e que até hoje, 10 anos depois, os EUA ainda não estão livres das consequências daquele dia. Assim como eu penso que durante décadas, países que estiveram (e estão) em guerra ficaram com a sombra de novos ataques. Acho as homenagens dignas e sei que tudo deve ser lembrado com respeito e dignidade, sem achar que esta batalha está ganha.
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PS: Para quem ainda não assistiu, fica a dica do documentário "O Equilibrista". Nele a história do louco da enchente que atravessou as Torres Gêmeas em cima de uma corda. Sensacional.
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domingo, 4 de setembro de 2011
A primavera triunfa
"Com tantas árvores na cidade, podia-se ver a primavera chegando dia a dia, até que uma noite de vento quente a traria de repente na manhã seguinte. Pesadas chuvas frias poderiam retardá-la às vezes, e temíamos que nunca mais chegasse, fazendo-nos perder, assim, uma estação em nossa vida. Esse era o único tempo realmente triste em Paris porque era fora do natural. A gente já espera ficar triste no outono. Uma parte
da gente morre a cada ano, quando as folhas caem das arvores e seus galhos
ficam nus, batidos pelo vento e pela luz fria, invernal. Mas sabíamos que
haveria sempre outra primavera, como sabíamos que o rio fluiria de novo depois
de ser congelado. Quando as chuvas frias continuavam durante longo tempo e
acabavam matando a primavera, era como se um jovem tivesse morrido à toa.
Naqueles dias, porém, a primavera triunfava,
mas dava-nos um frio na espinha pensar que faltava pouco para que ela tivesse
falhado".
Paris é uma festa, Ernest Hemingway. Pág. 59 - Bertrand Brasil.
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PS: Tatie, meu BFF do feriado.
PS2: Primavera é a minha estação gente.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Update - Ainda me irrita
Perder a ponta do durex. Raiva que me cega.
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PS: Se eu preciso fazer algo com durex, acreditem vai demorar.
PS2: Calor! Eba!
PS3: Setembro vem com tudo seu lindo! #25anosfeelings
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PS: Se eu preciso fazer algo com durex, acreditem vai demorar.
PS2: Calor! Eba!
PS3: Setembro vem com tudo seu lindo! #25anosfeelings
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Hatoum & Eu
Sou apaixonada pelos livros do Milton Hatoum. Apesar de não ter lido sua obra completa, dois deles tem um cantinho especial na minha prateleira. Adoro suas histórias do Amazonas, que misturam lendas, personagens, culturas, credos e religiões. Desde que o conhecei, toda vez que eu ouço falar do nosso maior estado, o imagino como nas histórias dos seus livros, cheio de cores e sons. Seus livros me fazem pensar como nosso Brasil é grande e como eu conheço pouco o país que eu vivo. São tantas culturas em uma só que é de espantar.
Agora imaginem a minha felicidade quando soube que ele se descambar lá de Manaus para uma sessão de autógrafos na Livrarias Curitiba. Nem me lembro qual livro ele estava lançando na época, talvez fosse "Órfãos do Eldorado". Mas, como tudo nessa vida tem um 'mas', tinha prova do Paulo Camargo no dia, um dos meus grandes mestres.
Pensei, ingenuamente que ele ia me 'liberar', já que o motivo era nobre, oras! Fiquei o dia inteiro matutando o diálogo, tentando imaginar o ele ia falar (totalmente em vão). Eis (mais ou menos) o diálogo (a prova e o encontro seria na semana seguinte). Achei melhor vomitar as palavras de uma vez do que ficar me enrolando para falar:
- Professor, não posso fazer sua prova semana que vem. Você vai ter que me liberar pq é um motivo muito nobre, o Milton Hatoum vai estar em Curitiba para uma noite de autógrafos, ele é um dos meus escritores preferidos, preciso ir até lá e ouvir ele contar as histórias pessoalmente professor, por isso não posso estar aqui.
Paulo Camargo olha pra mim, cheio de sabedoria e diz:
- Ele também é um dos meus escritores preferidos e eu também gostaria de ir vê-lo, mas vou ter que aplicar prova, para você.
Na semana seguinte eu fui fazer a prova. Compartilhei com meu professor o mesmo sentimento, nós dois estávamos ali, e nosso ídolo lá, contando as suas histórias maravilhosas para alguns sortudos. Ficou para a próxima.
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PS: Não dá para ter tudo na vida, gente.
PS2: Para quem não conhece, fica a dica.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A pérola
Hoje na janta, um assunto puxando o outro. Nem sei como começamos.
Minha mãe:
- Parece aquele filme, Montain Bike.
Três rostos:
- Ahm?
A resposta, aqui.
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PS: Papo que só acontece na Wences, gente.
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