quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A pérola
domingo, 14 de agosto de 2011
Uma carta para meu pai
De sua filha,
domingo, 17 de julho de 2011
Tristeza de domingo
***
PS: Não estou triste, é só um desabafo.
PS2: Foto de mili anos, de um dia que eu esqueci.
PS3: O "Leia ouvindo" voltou. Por enquanto.
domingo, 3 de julho de 2011
O verdadeiro cobertor de orelha
Nas noites frias de Curitiba, a briga aqui em casa é por ele. O grande Seprocado. Esse é o nome do cobertor mais antigo, que claro, tem uma história curiosa. Minha mãe o comprou logo quando veio para cá, 30 anos atrás (isso mesmo!). Ele é de nailon, verde e lazarento de feio. Mas como é quentinho! terça-feira, 14 de junho de 2011
Drops da Vida - parte VIII
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Drops da Vida - Parte VII
Barão Vermelho - Malandragem dá um tempo
Eu, bem de buena no computador, ouvindo a versão do Barão para a música do Bezerra (como está no ‘Leia Ouvindo’) chega meu pai:- ...
- Se segura malandro... (continua cantando), filha vc sabe sobre o que ele está falando né?
- Claro, pai.
- Eu não tenho nada contra a maconha sabia? Acho que tinha que liberar geral!
***
PS: Meu pai se supera a cada dia!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Somos quem podemos ser
Leia ouvindo:
Ira! - Feliz aniversário
É pessoal, 24 aninhos não se faz todo dia! Parabéns pra mim (beija o ombro, muá!) E como prometido, o tão esperado post sobre a origem (sacaram?) do meu nome! Isso mesmo, quem pensou que meus pais leram o meu nome naqueles caderninhos com significados (nada contra, acho digno) está muito enganado! Meu nome não significa força, lealdade, mulher guerreira, batalhadora... a tradução (do russo) é boneca. Sim pessoas, eu sou uma boneca! (aloka). Vamos então para a história do meu lindo nome!
Bom, quando eu era criança não achava tão lindo assim, as crianças da escola (e alguns adultos até hoje) não lembravam meu nome, eu sempre era 'aquela menina'. Demorou muito tempo para eu me acostumar, minha mãe gastou muita saliva falando que eu nome era lindo e blablablá. Se um dia eu tiver um filho, o nome será simples para que as pessoas lembrem.
Como alguns sabem, meu pai já tinha duas filhas quando a minha mãe ficou grávida de mim (ele estava separado, é claro). Minha mãe estava morrendo de medo que eu nascesse menina, já que ela queria dar para o meu pai seu primogênito (uma besteira sem tamanho). Ela ficou a gravidez toda sem saber se eu era menino ou menina. E o resto da família já sabia que eu era eu. Pensem na dificuldade das minhas irmãs ficarem quietas (elas eram pequenas).
Então eu nasci, em um dia 21 de setembro, céu azul, dia lindo e frio. Deve ser por isso que eu adoro dias frios com o céu azul. E não tinha nada pendurado entre as pernas. Minha mãe queria me chamar de Catarina (ui) ou Laura (ui ui). Mas o pai bateu o pé (pq eu já tinha até apelido) e sou Lálika até hoje.
Da onde saiu o Lálika? Vamos lá: Entre a mãe das minhas irmãs e a minha mãe, meu pai teve um 'cacho' com uma baiana chamada Lálika. Ele disse pra ela que caso um dia ainda tivesse uma filha, colocaria este nome nela. Segundo reza a lenda, minha mãe (ela não gosta muito de comentar sobre isso, pq será?) só ficou sabendo da história da baiana quando eu tinha uns seis anos. Aí não dava pra mudar mais né? E nessa altura, o Ton (finalmente o filho homem) já tinha vindo e a Vitória (bebê da mãe) já estava a caminho.
Será que eu seria uma pessoa diferente se tivesse um nome comum? Será que eu não seria jornalista, não teria uma cachorra chamada Melancia? Será que eu não passaria a adolescência inteira ouvindo rock progressivo? Eu acho que não. Acho que eu tivesse outro nome eu seria outra pessoa (derrr, sério?). Para outras pessoas, talvez o nome não interfira tanto na personalidade. Mas em mim interfere, interferiu e vai interferir sempre. Afinal, eu adoro ser quem eu sou!
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PS: Já não tenho a mesma idade, envelheço na cidade pessoas! =D
PS2: Agora sim, com a minha foteeenha de criança!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Setembro chove?
Pato Fu – Primavera
Chegou o mês mais lindo do ano! Setembro! Mês tudibão, início da primavera, dia da árvore e… meu aniversário! Isso mesmo minha gente, dia 21 está chegando! Finalmente o ano começa para mim!
Mês nove, nove meses na barriga da mãe, nove o número mais fodão da numerologia (para quem acredita nessa porcaria), nove milhões de motivos pra dizer que esse ano tem festa. Se preparem! Afinal não é sempre que fazemos 24 aninhos!
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PS: Versão fofa de Primavera, novo álbum do Pato Fu!
PS2: O blog não está abandonado pessoas, vida corrida vocês sabem como é que é.
domingo, 8 de agosto de 2010
As árvores somos nozes
Leia ouvindo:
Cássia Eller – Todo o amor que houver nessa vida
Sempre morei na mesma casa, desde que eu nasci. Na verdade, morei uns anos fora, na tentativa dos meus pais de desbravar o interior do estado. Qndo voltamos para a capital, voltamos para a mesma casa, onde na época moravam os meus avós. Na sequência, eles mudaram para o sítio em Cândido de Abreu e aqui estamos, desde então.
Tenho lembranças ótimas minhas e do meus irmãos correndo pelas calçadas e desbravando o quintal. Naqueles tempos, tinha até tatu bola! E as árvores do vizinho já estavam lá. Desde épocas imemoráveis, segundo contava a minha avó.
As mini floresta começa logo que termina o nosso quintal, separado por um muro não muito alto. Lembro de criança olhar para aquelas árvores balançando e deixar a mente vagar… era tão legal! As folhas caindo, o barulho dos galhos, o cheiro do eucalipto…
Mas agora, o vizinho (que eu nunca soube quem é) resolveu cortar as árvores, como mostra a foto. Agora eu enxergo a casa dele. Agora o verde não preenche mais o espaço. Toda vez eu eu olhava pela janela da cozinha, dava com as árvores. Agora elas não existem mais. Ele está cortando uma a uma. Começou com uma araucária linda, no momento os coitados dos eucaliptos.
Que tristeza que me dá olhar pela janela e não ver mais as árvores que estão tão presentes em toda a minha vida. Olho e vejo um buraco, e a sensação é que esse buraco está em mim, como se na atitude do cara em cortar as árvores, cortasse um pedaço meu…
Minha mãe tenta justificar, falando que a mini floresta pode servir de mocó para ladrões, como já aconteceu. Prefiro que levem tudo, mas deixem as árvores. Todo o amor que houver nessa vida para elas, que agora estão mortas.
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PS: Feliz dia dos pais! Em especial para o seu Vitoldo, meu gato! =D
PS2: O erro no título é intencional. Para quem não conheçe, clique aqui.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Drops da vida
Leia ouvindo:
Triiiiiiimmm!!! 6h30 o despertador avisa que está na hora de acordar.
- Cacete!
- Querida, sua primeira palavra do dia foi um palavrão!
- Vai tomar no c#$*!
- (…)
***
- Pai, você reparou que eu cortei o cabelo?
- Você cortou o cabelo?
- (…)
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PS: Eba! Voltei com o ficção ou não, estava meio fraco desde a mudança de editoria (acho chique) aqui do Elo. Agora vou escrever tipo drops, coisas que me acontece ou o que eu ouço dos outros hehe.
PS2: Ah o fim de semana, sempre tão bom qndo ele chega!
PS3: Titãs again no ‘leia ouvindo’. Não consegui pensar em outra música e pq estou ouvindo desde ontem…


