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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Drops da Vida - Parte V

Leia ouvindo:

Chico Science e Nação Zumbi - A praieira

cerveja


Na balada:
- Me vê uma cerveja, por favor?
- Qual?
- Qual vc tem?
- Moça, tenho mais de 180 rótulos…
- Beleza, fala um por um para eu escolher!
- ¬¬'

***

PS: Da série: aconteceu no feriado! Rá! =D

PS2: Essa não aconteceu comigo, com uma amiga lá em Caxias, mas eu estava junto! haha =D

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Drops da Vida - Parte IV

Leia ouvindo:

Zeca Baleiro – Telegrama

Juro que aconteceu comigo, mas algumas pessoas não acreditam. Estava aqui em casa, um sábado, bem triste, tristinha, quando a Paola me liga, tipo umas 23h.

- Guria, coloca uma roupa AGORA que eu estou passando te buscar e nós vamos sair.
- Ah não guria, tô de pijama e...
- Não quero saber! Se arrume! Em 10 minutos passo aí.
- (...) Tá bom!

Levantei (pq já estava debaixo das cobertas) me arrumei e esperei a Papoula. Achei inocentemente que íamos no samba, mas dentro do carro ela me solta:

- Guria, só pra te avisar que a gente vai no sertanejo tá?
- Como assim sertanejo, lôka?
- Sertanejo amiga, pra vc se animar.
- (...)

Não tenho nada contra de quem gosta de sertanejo. É que não faz meu estilo (acho chique). Enfim, chegamos no Victoria Villa (meu jesus).

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem e o ‘serta’ rolando. E eu morrendo de rir (por dentro) do povo que frequenta o lugar. Tem de tudo. De patricinha a favelado, de rock star a chaparrilha, de saia de cós alto a tênis de pantufa. Eclético não?

Lá pelas tantas, conseguimos entrar num camarote. E é aí que a história começa. Chega um ser do nada, e solta a maior pérola que esses ouvidos já tiveram a oportunidade de ouvir na minha vida. Depois das devidas apresentações, eis o diálogo:

Ele pra mim:
- Então, faz dois anos que eu não saio na noite.
- Ah! Faz tempo que eu não saio também, estava namorando. Daí com namorado é mais complicado né? A gente fica mais em casa. E vc? Tava namorando?
- Não, eu estava preso.
- (...)
- (...)

Fiquei uns 30 segundos olhando séria pra cara do infeliz. Dava para ouvir o barulho das engrenagens do meu cérebro trabalhando para tentar achar uma resposta. Minha única reação foi:
- Preso? (engasgando, meio tossindo)
- É mas consegui minha condicional e estou livre agora.
- Ah, tá. (olhando para os lados, procurando desesperadamente alguém)
- Mas não fique com receio, afinal já cumpri minha dívida com a sociedade. Está vendo minha mão? (pega a minha mão e põe na dele) Está cheia de calos! Isso pq eu agora trabalho! Coisa que eu nunca fiz antes! Aprendi a lição.
- (...) Entendi. Só um pouquinho, minha amiga está me chamando.

Estava nada. Fiquei morrendo de medo, tipo "pai me busca agora!" Toda vez que eu conto essa história, alguém pergunta: ‘Mas vc não quis saber pq ele foi preso?’ e eu ‘E se ele responde que foi por matar alguém na saída do sertanejo?’ Medo, muito medo. Sei que não podemos julgar as pessoas, mas isso é jeito de chegar em alguém na balada?

***
PS: Engraçado né? Perguntem para a Paola, é verdade.

PS2: Como acabou minha noite? Não foi com o ex-presidiário, podem ter certeza! =D

PS3: Fujam do Victoria Villa, pelo amor!

sábado, 10 de julho de 2010

Mente sã, corpo são

Leia ouvindo:

The Cure – In Between Days

Mente sã, corpo são é o ca****. O imbecil que inventou essa história nunca pegou uma balada sem poder beber em Curitiba. Fiquei gripada durante a semana tive que tomar uns remédios sinistros. O problema é que passei mal a noite e meu pai teve que sair de casa para comprar a porcaria do remédio. Na volta, ele me disse, com todas as letras, que seu eu bebesse e cortasse o efeito, ele me deixaria morrer.

Então eu como sou uma filha exemplar (e por medo da morte) obedeci meu pai. Ontem saímos para comemorar que a Anna foi  efetivada (êêêêê \o/) e não coloquei uma gota de álcool na boca. As meninas estranharam, as pessoas tiraram sarro da minha cara, mas eu continuei firme! Pensei ‘nossa, nem faz diferença’.

98777Não faz diferença pq eu estava sentada em um boteco lá no Alto da XV! Quando eu e a Dani decidimos ir no Layout a coisa ficou feia. O lugar ficou feio, o tempo ficou feio e principalmente, as pessoas ficaram feias! É por isso que eu ia lá e todo mundo era bonito! Acabou o mistério.

Mas não é só isso. Acho que qndo estamos meio de piliquinho, conversamos com as pessoas, não nos importamos se alguém esbarra ou dá uma chicotada com o cabelo, tipo aquela tia do Mortal Kombat. Como eu odeio cabelo de desconhecidos na balada.

Sinceramente, o que eu acho que é cada um deve ser feliz do seu jeito na balada. Bebendo ou não. Eu sou feliz bebendo. E hj, comemoração do niver do Ton, meu irmão, deixei de tomar a última dose do remédio. Tomara que eu não morra!

***

PS: Na foto, eu a Mi e a Dani no dia do jogo do Brasil lá no Taj. Esse dia foi legal.

PS2: Poucas vezes o ‘Leia Ouvindo’ dá tão certo como hoje. Nem sempre a música tem a ver com o post. Hoje está em sintonia, primeiro pq tocou na baladinha e segundo,  a letra ‘yesterday I got so old I felt like I could die’, foi como eu me senti ontem. Velha e achando que iria morrer.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Drops da vida – Parte II

Leia ouvindo:

Elza Soares - Eu bebo sim 

Cheguei em casa ontem e falei pro meu pai:

- Gato, vou parar de beber.

156- AHHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAAHAHAH (toma fôlego)  HAHAHAHAHAHAHAHAH (enxuga a lágrima que escorreu) HAHAHAHAHAHAHA

- (…)

- (Respira fundo) Filha, vc é muito divertida.

- (…) ¬¬

***
PS: Gente, meu pai é muito engraçado. Me divirto com ele.

PS2: Acho que já postei essa música aqui no ‘Leia ouvindo’. Não dá nada. Na foto, eu no Taj no dia do Jogo do Brasil!

PS3: Post especial em breve sobre as coisas boas da vida! =D

segunda-feira, 21 de junho de 2010

190 milhões em ação!

Leia ouvindo:

Skank – É uma partida de futebol

Existe alguém que não torça para o Brasil em época de Copa? Acho isso o cúmulo do absurdo. Afinal, o futebol é uma força que nos une, sem contar que é tão divertido torcer, xingar o juíz, cobrar as injustiça cometidas!

Gente que torce para outros times (principalmente Argentina) ou que fica fazendo uruca nos jogos. Coitados. Eu não entendo nada de futebol, não acompanho os campeonatos, não sei quem está em primeiro no Brasileirão, muito menos no Paranaense. Mas em época de Copa do Mundo, viro expert, dou palpite, assisto aos jogos, falo quem tá jogando bem. Até aprendi o que é impedimento!

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O legal é vestir a camisa verde e amarela nessa época e ser feliz! Isso é que conta! Justamente por isso, eu a Dani e a Michelle vestimos as cores verde, amarelo ou azul e gritamos, torcemos, juramos o juíz de morte ontem no Zapatta! E depois ainda caímos no samba! Expulsar o Kaká é muita sacanagem, como eu vi no Twitter, sempre tem um francês tentando ferrar o Brasil de qualquer jeito!65478

Ah, ainda por cima demos sorte e ganhamos o bolão no bar! Opa, três cervejas nos aguardam próxima vez que fomos no Zappata! Que engraçado. Teve até vuvuzela roubada. Pena que roubaram de mim depois. Mas dá nada, ladrão que rouba ladrão (ZZzzzZZ)…

E que venha Portugal sexta! Fizeram 7 gols hoje? Não tenho medo! Podem vir quente que estaremos fervendo esperando vocês gajos!

***
PS: Cibe, se acalme que eu estou pensando em super post sobre os bares decadentes da cidade!

PS2: E o fim de semana acabou ficando agitado com o jogo do Brasil.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Expectativas para o fim de semana

Leia ouvindo:
Velvet Underground - Perfect Day
Imagem0281 Chegou o fim de semana. Finalmente. Aleluia! Não sei o que acontece nas nossas cabeças e corações. É só olhar na folhinha, quando sábado e domingo vai chegando, já vai dando aquele frio na barriga, aquele sensação de ‘o que eu vou aprontar?' Seguindo o clichê do Lulu Santos: “todo mundo sonha em ter uma vida boa, sábado a noite tudo pode mudar”. Eca. Mas enfim.
Comigo é assim, e eu nem estou trabalhando, então todo dia é feriado. O que eu mais gosto no sábado e domingo, é aquela coisa do foda-se sabe? Foda-se, vou sair, chegar tarde e ser feliz, muito feliz.
Todo mundo deveria ser assim, deixa os problemas no portão de casa e sair. Sair para se divertir, conhecer gente, beijar na boca, dar risada, reecontrar os amigos. A semana que eu passei na Ilha do Mel final do ano passado a gente sempre dizia: os problemas, preocupações e inseguranças ficaram no trapiche. Na balada deveria ser a mesma coisa, problemas, evaporem da minha cabeça!
E o domingo? Dia de acordar com a Clô (nome da minha ressaca, copiada da Cinthya), dia de ficar de óculos escuros, de reaprender a ler, de ouvir televisão baixo, de beber litros de água. Ir num churras para o almoço com a aquela sensação de ‘não vou beber, talvez uma latinha’. E quando você percebe, já emendou outro porre, eita vida difícil.
Agora uma confissão, quando começa o Revista RPC bate uma deprê geral. Ninguém merece. Outra semana, mesmos problemas. Contando os dias para o fim de semana.
***
PS: Foto do último encontro etílico na casa da Ana Carolinda. Cinco meninas, quatro garrafas de vinho, várias latinhas de Skol. Resultado: Eu e a Papoula se acabando no queijo e no salame! E todas nós dançando Ordinary Word. Acreditem, tem o vídeo!
PS2: Fim de semana despedida da Papoula. Amiga, já estou com saudades!