Mostrando postagens com marcador balada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador balada. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de outubro de 2010

Contagem regressiva

Leia Ouvindo:

Pixies – Where is my mind

nirvana Kurt Cobain em entrevista para a Rolling Stone em 27 de janeiro de 1994. Quem o entrevistou foi o David Fricke. Dali há três meses ele estouraria os miolos com uma espingarda, em um suicídio mal explicado até hoje.

Ele está respondendo a uma pergunta sobre o porque deles não terem tocado Smell Like Teen Spirit no show que havia terminado.

Kurt diz:

“Mas eu mal consigo, especialmente numa noite horrível como essa, tocar ‘Teen Spirit’. Eu literalmente quero arremessar minha guitarra no chão e dar o fora. Não consigo ter prazer em tocá-la.”

Mas você deve ter se divertido ao escrevê-la.

Estivemos praticando por três meses. (…) Eu tentava escrever a canção pop definitiva. Eu basicamente estava tentando chupar dos Pixies. Preciso admitir isso (sorri). Quando ouvi pixiesos Pixies pela primeira vez, fiquei tão ligado na banda que deveria ter entrado nela – ou ao menos ter uma banda cover dos Pixies. Nós usamos suas dinâmicas, a suavidade e tranquilidade, só que bem alto e pesado. (…)

As melhores entrevistas da Revista Rolling Stone – Ed. Larousse – 445 páginas.

***

PS: Uma semana para o SWU. Sim eu vou ver os Pixies!

PS2: Momento cidadania no Elo: Pensem bem em quem votar!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Drops da Vida - Parte V

Leia ouvindo:

Chico Science e Nação Zumbi - A praieira

cerveja


Na balada:
- Me vê uma cerveja, por favor?
- Qual?
- Qual vc tem?
- Moça, tenho mais de 180 rótulos…
- Beleza, fala um por um para eu escolher!
- ¬¬'

***

PS: Da série: aconteceu no feriado! Rá! =D

PS2: Essa não aconteceu comigo, com uma amiga lá em Caxias, mas eu estava junto! haha =D

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Drops da Vida - Parte IV

Leia ouvindo:

Zeca Baleiro – Telegrama

Juro que aconteceu comigo, mas algumas pessoas não acreditam. Estava aqui em casa, um sábado, bem triste, tristinha, quando a Paola me liga, tipo umas 23h.

- Guria, coloca uma roupa AGORA que eu estou passando te buscar e nós vamos sair.
- Ah não guria, tô de pijama e...
- Não quero saber! Se arrume! Em 10 minutos passo aí.
- (...) Tá bom!

Levantei (pq já estava debaixo das cobertas) me arrumei e esperei a Papoula. Achei inocentemente que íamos no samba, mas dentro do carro ela me solta:

- Guria, só pra te avisar que a gente vai no sertanejo tá?
- Como assim sertanejo, lôka?
- Sertanejo amiga, pra vc se animar.
- (...)

Não tenho nada contra de quem gosta de sertanejo. É que não faz meu estilo (acho chique). Enfim, chegamos no Victoria Villa (meu jesus).

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem e o ‘serta’ rolando. E eu morrendo de rir (por dentro) do povo que frequenta o lugar. Tem de tudo. De patricinha a favelado, de rock star a chaparrilha, de saia de cós alto a tênis de pantufa. Eclético não?

Lá pelas tantas, conseguimos entrar num camarote. E é aí que a história começa. Chega um ser do nada, e solta a maior pérola que esses ouvidos já tiveram a oportunidade de ouvir na minha vida. Depois das devidas apresentações, eis o diálogo:

Ele pra mim:
- Então, faz dois anos que eu não saio na noite.
- Ah! Faz tempo que eu não saio também, estava namorando. Daí com namorado é mais complicado né? A gente fica mais em casa. E vc? Tava namorando?
- Não, eu estava preso.
- (...)
- (...)

Fiquei uns 30 segundos olhando séria pra cara do infeliz. Dava para ouvir o barulho das engrenagens do meu cérebro trabalhando para tentar achar uma resposta. Minha única reação foi:
- Preso? (engasgando, meio tossindo)
- É mas consegui minha condicional e estou livre agora.
- Ah, tá. (olhando para os lados, procurando desesperadamente alguém)
- Mas não fique com receio, afinal já cumpri minha dívida com a sociedade. Está vendo minha mão? (pega a minha mão e põe na dele) Está cheia de calos! Isso pq eu agora trabalho! Coisa que eu nunca fiz antes! Aprendi a lição.
- (...) Entendi. Só um pouquinho, minha amiga está me chamando.

Estava nada. Fiquei morrendo de medo, tipo "pai me busca agora!" Toda vez que eu conto essa história, alguém pergunta: ‘Mas vc não quis saber pq ele foi preso?’ e eu ‘E se ele responde que foi por matar alguém na saída do sertanejo?’ Medo, muito medo. Sei que não podemos julgar as pessoas, mas isso é jeito de chegar em alguém na balada?

***
PS: Engraçado né? Perguntem para a Paola, é verdade.

PS2: Como acabou minha noite? Não foi com o ex-presidiário, podem ter certeza! =D

PS3: Fujam do Victoria Villa, pelo amor!

sábado, 10 de julho de 2010

Mente sã, corpo são

Leia ouvindo:

The Cure – In Between Days

Mente sã, corpo são é o ca****. O imbecil que inventou essa história nunca pegou uma balada sem poder beber em Curitiba. Fiquei gripada durante a semana tive que tomar uns remédios sinistros. O problema é que passei mal a noite e meu pai teve que sair de casa para comprar a porcaria do remédio. Na volta, ele me disse, com todas as letras, que seu eu bebesse e cortasse o efeito, ele me deixaria morrer.

Então eu como sou uma filha exemplar (e por medo da morte) obedeci meu pai. Ontem saímos para comemorar que a Anna foi  efetivada (êêêêê \o/) e não coloquei uma gota de álcool na boca. As meninas estranharam, as pessoas tiraram sarro da minha cara, mas eu continuei firme! Pensei ‘nossa, nem faz diferença’.

98777Não faz diferença pq eu estava sentada em um boteco lá no Alto da XV! Quando eu e a Dani decidimos ir no Layout a coisa ficou feia. O lugar ficou feio, o tempo ficou feio e principalmente, as pessoas ficaram feias! É por isso que eu ia lá e todo mundo era bonito! Acabou o mistério.

Mas não é só isso. Acho que qndo estamos meio de piliquinho, conversamos com as pessoas, não nos importamos se alguém esbarra ou dá uma chicotada com o cabelo, tipo aquela tia do Mortal Kombat. Como eu odeio cabelo de desconhecidos na balada.

Sinceramente, o que eu acho que é cada um deve ser feliz do seu jeito na balada. Bebendo ou não. Eu sou feliz bebendo. E hj, comemoração do niver do Ton, meu irmão, deixei de tomar a última dose do remédio. Tomara que eu não morra!

***

PS: Na foto, eu a Mi e a Dani no dia do jogo do Brasil lá no Taj. Esse dia foi legal.

PS2: Poucas vezes o ‘Leia Ouvindo’ dá tão certo como hoje. Nem sempre a música tem a ver com o post. Hoje está em sintonia, primeiro pq tocou na baladinha e segundo,  a letra ‘yesterday I got so old I felt like I could die’, foi como eu me senti ontem. Velha e achando que iria morrer.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O pulso (ainda) pulsa

Leia ouvindo:

Titãs - O pulso

Fiquei doente a semana inteira. Explica o abandono do Elo (tadinho), meu mau humor, minha vontade de morrer de matar todos, a falta de paciência e outras coisinhas mais.

Achei sinceramente que fosse morrer. Sorte que tomei aquela vacina da gripe A, se não eu acho que eu morria mesmo.

Claro que eu não pude ‘forguetear’ (como diria minha tia, mas existe essa palavra?) o tanto que eu queria durante o fim de semana do dia dos namorados. Acabei saindo na sexta, de vestido, com aquele frio do c$%&*. E eu já estava doente na sexta! Conclusão: sábado e domingo muito remédio e descanso.

gripe_espi Mesmo assim quase fui com a Ana Carol no show do Júpiter Maçã, não fui pq custava R$ 35 pilas. Tudo isso pra ver o Júpiter-fim-de-carreira- dentro-de-uma-caixa-de sapatos? Não muito obrigada, vou curtir meus ranhos que eu ganho mais.

Como é péssimo ficar doente. Dá vontade de fazer… nada. Não queria ler, nem comer, sair… nada. Nem sexo dava pra fazer pq 1°) não tinha ninguém disponível e 2°) faltava vontade com tantos micróbios no meu ser.

Quando eu achei que estava melhorando, me deu conjutivite. Aí sim eu queria largar os bets. Mas não foi dessa vez que esse corpicho desencarnou. Melhorei milagrosamente de ontem para hj e já estou fazendo a programação para o fim de semana! Pq se for pra morrer que seja de rir, beber, dançar ou de tanto comer (lembram mais algum?). Aí sim vale a pena!

É, Arnaldo Antunes já falava (nos idos do Titãs) o corpo ainda é pouco.

***

PS: Larguei o bordado. Como estava doente fiquei com preguiça.

PS2: Claro que eu nunca cumpro o que eu digo aqui nos ‘ps’. A resenha do Juliet, Nua e Crua não passa de uma ilusão na minha cabecinha.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Todas as garotas solteiras

Leia ouvindo:

Beyoncé – Single ladies

Este Dia dos Namorados será o primeiro que eu vou passar solteira em (qntos mesmo?) 6 ou 7 anos. Claro, não com o mesmo namorado, é que eu tenho o hábito de sair de um namoro e entrar em outro.

O que significa que é uma novidade para mim passar esse dia alone in the dark. Já arrumei festa para hj e amanhã. Afinal, ser solteira não é só um status. É um estilo de vida!

DSC02697

Na foto, as três single ladies mais gatas da cidade: Eu, Michelle e a Anna, semana passada lá no Basset. Faltou a Dani, q além de solteira é linda de morrer! Tem tbém a Paola que está em Caxias do Sul, que além de solteira e linda, está fazendo aniversário hoje! Parabéns amigosa!

Para os casados e aqueles que estão namorando, um ótimo fim de semana cheio de amor! E para aqueles que como nós, estão livres, leves e soltos, soltem a franga, arrazem na produção e nos encontramos nos botecos, baladas e afins neste fim de semana!

***
PS: Terminei de ler Juliet, Nua e Crua do Nick Hornby. Novidades em breve aqui no Elo.

PS2: Estou quase terminando o bordado, a fase II do Deus prefere os ateus eu coloquei no Twitter e aqui.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Imagine a cena

Leia ouvindo:

Help! – Beatles

PICT0109

Se você mora ou conhece Curitiba não é difícil imaginar a cena: Largo da Ordem, domingo à tarde. O pessoal da feirinha retirando as barracas, o povo da limpeza catando o lixo. Uma galera que ainda não foi pra casa da noite de sábado.

Eu adoro o Largo da Ordem justamente por causa da sua decadência. Sempre que eu vou lá, normalmente no domingo à tarde, me divirto. É uma decadência engraçada, um ‘quê’ de abandono. Mas mesmo assim sou feliz lá. Ainda mais quando eu encontro minhas amigas gatas de ‘mili’ anos! Estava morrendo de saudades.

Por isso, na mesa do Saccy, fiquei pensando sobre beber (e sua maior consequência a ressaca). Como a mulherada está bebendo em baladas. Acho isso ótimo. Temos mais é que beber mesmo.

Como eu já tinha dito no Twitter, ressaca é o novo mal do século! Mas quem tem carro cuidado com a lei seca! Momento cidadania, mas é bom lembrar né? O risco também é para os outros.

Falando em balada, fiz uma lista de coisas que eu mais me irritam quando saio a noite, lá vai:

  • Fila. Vamos combinar, pra quê a enrrolação pro povo entrar no lugar? Fico indignada. Sábado, um frio de rachar, e a fila virando a esquina. Paciência! 
  • Pessoas que FURAM a fila na maior cara de pau. Uma vez quase saí na mão com um imbecil na fila do Bossa Nova. Quando eu estava quase entrando, o idiota veio puxar conversa com umas meninas que estavam junto. Mandei pro inferno.
  • Pessoas de óculos. Gente #ficaadica comprem um par de lentes de contato! Ou vão sem óculos mesmo, ninguém enxerga em balada mesmo. Como é que pode?
  • Bolsas gigantescas. Vai levar o que dentro? A mãe? Pelo amor, só o essencial.
  • Boné. Sem comentários.
  • Pulôver. Tinha um infeliz sábado com um sobre os ombros e amarrado na frente. Era de morrer.

Ah, sábado fui ao cinema. Como é bom andar pela cidade no feriado! Dá a sensação de sermos donos da cidade. Não tem ninguém na rua, até o ar parece mais limpo. Menos gente e menos carros nas ruas. Tudo de bom. Um ótimo exercício de observação, pois sempre passamos pelas mesmas ruas, mas nunca prestamos atenção aos detalhes.

PS: A foto é de uma noite no Largo, de dentro do Saccy, gostaria de me lembrar de mais detalhes, mas infelizmente não é possível.

PS2: Assiti “Homem de Ferro 2”. Uma palavra: tédio.