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domingo, 23 de maio de 2010

Coisas mais doces

Leia ouvindo:

Sweetest Thing – U2

Um primeiro beijo. Passeio descompromissado em dias frios com sol. Andar a esmo. Dar risada com as amigas, chorar com as amigas, falar dos outros com as amigas.

Ir a lugares que você nunca esteve. Desabafar, chorar tudo que tem para chorar. Rir de tudo. Cantar bem alto. Pertubar os vizinhos.

Fazer novos amigos, dar atenção e carinho aos antigos. Correr até ficar sem ar. Colocar a cabeça pra fora no carro. Conversar com seus pais, dar conselhos para os irmãos. Brincar com os cachorros.

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Ler, dormir, comer, escrever, atualizar o blog. Falar horas no telefone com um amor ou um amigo. Ler o jornal, tomar um café, ir ao cinema.

Ir em um show, terminar um bom livro, arrumar a bagunça do quarto. Estar presente na vida daqueles que você ama. O riso de uma criança, a risada de um idoso.

Tomar uma cerveja no fim da tarde. Tomar um porre fim de semana. Relembrar os bons momentos passados com um amor antigo, relembrar os momentos nem tão bons assim.

Acordar na praia com cheiro de mar. Andar descalço. Catar conchinhas. Tomar sol. Descansar na areia. Olhar o mar.

Um novo amor, um toque na mão. Um esbarrão, um abraço. Todas as coisas são doces, basta você querer.

PS: Hoje tem Fernanda Takai, então pretendo fazer um texto sobre ela essa semana. Fiquem ligados.

PS2: Muito obrigada para todos os amigos que comentaram no post passado. Vocês são tudo na minha vida!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Imagine a cena

Leia ouvindo:

Help! – Beatles

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Se você mora ou conhece Curitiba não é difícil imaginar a cena: Largo da Ordem, domingo à tarde. O pessoal da feirinha retirando as barracas, o povo da limpeza catando o lixo. Uma galera que ainda não foi pra casa da noite de sábado.

Eu adoro o Largo da Ordem justamente por causa da sua decadência. Sempre que eu vou lá, normalmente no domingo à tarde, me divirto. É uma decadência engraçada, um ‘quê’ de abandono. Mas mesmo assim sou feliz lá. Ainda mais quando eu encontro minhas amigas gatas de ‘mili’ anos! Estava morrendo de saudades.

Por isso, na mesa do Saccy, fiquei pensando sobre beber (e sua maior consequência a ressaca). Como a mulherada está bebendo em baladas. Acho isso ótimo. Temos mais é que beber mesmo.

Como eu já tinha dito no Twitter, ressaca é o novo mal do século! Mas quem tem carro cuidado com a lei seca! Momento cidadania, mas é bom lembrar né? O risco também é para os outros.

Falando em balada, fiz uma lista de coisas que eu mais me irritam quando saio a noite, lá vai:

  • Fila. Vamos combinar, pra quê a enrrolação pro povo entrar no lugar? Fico indignada. Sábado, um frio de rachar, e a fila virando a esquina. Paciência! 
  • Pessoas que FURAM a fila na maior cara de pau. Uma vez quase saí na mão com um imbecil na fila do Bossa Nova. Quando eu estava quase entrando, o idiota veio puxar conversa com umas meninas que estavam junto. Mandei pro inferno.
  • Pessoas de óculos. Gente #ficaadica comprem um par de lentes de contato! Ou vão sem óculos mesmo, ninguém enxerga em balada mesmo. Como é que pode?
  • Bolsas gigantescas. Vai levar o que dentro? A mãe? Pelo amor, só o essencial.
  • Boné. Sem comentários.
  • Pulôver. Tinha um infeliz sábado com um sobre os ombros e amarrado na frente. Era de morrer.

Ah, sábado fui ao cinema. Como é bom andar pela cidade no feriado! Dá a sensação de sermos donos da cidade. Não tem ninguém na rua, até o ar parece mais limpo. Menos gente e menos carros nas ruas. Tudo de bom. Um ótimo exercício de observação, pois sempre passamos pelas mesmas ruas, mas nunca prestamos atenção aos detalhes.

PS: A foto é de uma noite no Largo, de dentro do Saccy, gostaria de me lembrar de mais detalhes, mas infelizmente não é possível.

PS2: Assiti “Homem de Ferro 2”. Uma palavra: tédio.

domingo, 25 de abril de 2010

Vivendo e (não) aprendendo

Leia ouvindo:
Vou Festejar - Beth Carvalho

Sou péssima para dar conselhos. Uma das vantagens de ser minha amiga, é que eu sempre ouço, e é difícil eu expressar minha opinião de cara. Depois de um tempo posso até falar o que eu estou pensando, mas isso nem sempre acontece.

Por isso mesmo que eu não sigo nem os meus próprios conselhos. No post passado falei das coisas para se fazer sozinha. Me deu uma louca e eu saí de casa depois que eu escrevi, fui no cinema, fui na livraria, tomei café em um café e comprei o jornal. Para terminar o dia, caí no samba com minha amiga Paola e estou com os dois joelhos arrebentados (velhice!).

Será que foi um passo importante? Talvez. Como eu disse, as coisas tem que acontecer naturalmente, sem pressão. Um dia de cada vez. E claro, reaprender a fazer as coisas, reaprender a ser você novamente.

PS: Ontem fui no cinema, finalmente assisti O Segredo de Seus Olhos. Estou chocada até agora. O cinema mexe comigo de uma maneira que eu não consigo explicar. Um filmão. Vou deixar para quem entende tentar explicar. Aqui e aqui. Um dos melhores diálogos do filme, na minha humilde opinião é quando Sandoval (Guillermo Francella) conversa com Benjamin (Ricardo Darín) em um boteco de Buenos Aires tentando desvendar o crime que acontece no início da trama. Ele diz para seu companheiro que um homem pode mudar tudo, nome, cidade, país, religião, Deus. Mas não pode mudar uma paixão. Devastador.

PS2: Comprei o livro da Alice no País das Maravilhas. Uma edição boa, bonita e barata da editora Zahar. Leitura de domingo. Ah, vem o Alice através do Espelho nessa edição também. Aproveitem!

PS3: Estou bolando um post sobre o novo mal do século. A ressaca! Aguardem!