Titãs - Não vou lutar
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sem perder a ternura
Titãs - Não vou lutar
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Viva, viva 2011!
Raul Seixas - Sociedade Alternativa
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Vai no SWU?
domingo, 3 de outubro de 2010
Contagem regressiva
Leia Ouvindo:
Kurt Cobain em entrevista para a Rolling Stone em 27 de janeiro de 1994. Quem o entrevistou foi o David Fricke. Dali há três meses ele estouraria os miolos com uma espingarda, em um suicídio mal explicado até hoje.
Ele está respondendo a uma pergunta sobre o porque deles não terem tocado Smell Like Teen Spirit no show que havia terminado.
Kurt diz:
“Mas eu mal consigo, especialmente numa noite horrível como essa, tocar ‘Teen Spirit’. Eu literalmente quero arremessar minha guitarra no chão e dar o fora. Não consigo ter prazer em tocá-la.”
Mas você deve ter se divertido ao escrevê-la.
Estivemos praticando por três meses. (…) Eu tentava escrever a canção pop definitiva. Eu basicamente estava tentando chupar dos Pixies. Preciso admitir isso (sorri). Quando ouvi os Pixies pela primeira vez, fiquei tão ligado na banda que deveria ter entrado nela – ou ao menos ter uma banda cover dos Pixies. Nós usamos suas dinâmicas, a suavidade e tranquilidade, só que bem alto e pesado. (…)
As melhores entrevistas da Revista Rolling Stone – Ed. Larousse – 445 páginas.
***
PS: Uma semana para o SWU. Sim eu vou ver os Pixies!
PS2: Momento cidadania no Elo: Pensem bem em quem votar!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Drops da Vida - Parte V
Leia ouvindo:
Chico Science e Nação Zumbi - A praieira
Na balada:
- Me vê uma cerveja, por favor?
- Qual?
- Qual vc tem?
- Moça, tenho mais de 180 rótulos…
- Beleza, fala um por um para eu escolher!
- ¬¬'
***
PS: Da série: aconteceu no feriado! Rá! =D
PS2: Essa não aconteceu comigo, com uma amiga lá em Caxias, mas eu estava junto! haha =D
domingo, 23 de maio de 2010
Coisas mais doces
Leia ouvindo:
Um primeiro beijo. Passeio descompromissado em dias frios com sol. Andar a esmo. Dar risada com as amigas, chorar com as amigas, falar dos outros com as amigas.
Ir a lugares que você nunca esteve. Desabafar, chorar tudo que tem para chorar. Rir de tudo. Cantar bem alto. Pertubar os vizinhos.
Fazer novos amigos, dar atenção e carinho aos antigos. Correr até ficar sem ar. Colocar a cabeça pra fora no carro. Conversar com seus pais, dar conselhos para os irmãos. Brincar com os cachorros.
Ler, dormir, comer, escrever, atualizar o blog. Falar horas no telefone com um amor ou um amigo. Ler o jornal, tomar um café, ir ao cinema.
Ir em um show, terminar um bom livro, arrumar a bagunça do quarto. Estar presente na vida daqueles que você ama. O riso de uma criança, a risada de um idoso.
Tomar uma cerveja no fim da tarde. Tomar um porre fim de semana. Relembrar os bons momentos passados com um amor antigo, relembrar os momentos nem tão bons assim.
Acordar na praia com cheiro de mar. Andar descalço. Catar conchinhas. Tomar sol. Descansar na areia. Olhar o mar.
Um novo amor, um toque na mão. Um esbarrão, um abraço. Todas as coisas são doces, basta você querer.
PS: Hoje tem Fernanda Takai, então pretendo fazer um texto sobre ela essa semana. Fiquem ligados.
PS2: Muito obrigada para todos os amigos que comentaram no post passado. Vocês são tudo na minha vida!
terça-feira, 4 de maio de 2010
A vida até parece uma festa
Leia ouvindo:
Tenho apenas 23 aninhos. Nessa minha pouca vida, tive a oportunidade de ir em alguns shows memoráveis, pelo menos pra mim! Tanto aqui em Curitiba, como em outras cidades. Alguns internacionais, outros nem tanto. Uns em estádios outros dentro de um porão.
A emoção de ver seu artista ou banda preferido é indescritível. É uma emoção sem tamanho quando você ouve os primeiros acordes de sua música preferida, não tem como não chorar, não tem como não ficar com os pelos arrepiados.
Hoje vou contar um pouco da história dos shows que eu já fui. Por enquanto só os internacionais se não fica muito longo. Espero que vocês gostem.
R.E.M. – Porto Alegre – Estádio do Zequinha
- Acho que foi em novembro de 2008
A história desse show é muito legal. Aconteceu numa quinta-feira em Porto Alegre. Peguei o avião pela manhã e já fui direto para o Zequinha. Este foi o único show que eu fiquei em um espaço VIP. Então quando cheguei estava bem vazio. Os portões abriram às 16h, e às 22h o R.E.M. entrou. Eles estavam lançando o último CD deles Accelarate (dizem que é o último!).
Mas foi quando Michael Stipe cantou Drive, clássico de Automatic for the People, que eu chorei de verdade. Foi um espetáculo lindo, o primeiro com o Obama presidente então eles comentaram sobre isso durante o show, foi muito bacana. Exatamente a meia-noite eles terminaram e eu fui dormir no aeroporto porque pegava o primeiro avião de volta para Curitiba bem cedo. Não era 9h eu já estava no trampo. Valeu o cansaço, valeu a correria, valeu ver a banda da primeira fila no alambrado. Se eu morrer amanhã eu morro feliz.
Radiohead – São Paulo – Chácara do Jóquei.
- Março 2009
Outra história louca. Como a passagem de avião para São Paulo é muito cara, dessa vez fui de excursão, de ônibus. O show era no domingo. Saí de Curitiba sábado à noite e cheguei de manhãzinha em SP. Fiquei o dia inteirinho na fila. Das 7h até a hora que os imbecis dos Looser Hermanos começaram a tocar (desculpa não nunca gostei deles, sempre achei uma banda horrível, e a partir desse dia, passei a odiá-los com cada célula do meu corpicho. Motivo: pense em 30 mil teenagers que vão até a Chácara do Jóquei só para vê-los. Eu pensei que fosse morrer pisoteada!) Enfim, para mim só começou quando o Kraftwerk começou a tocar. Simplismente fenomenal! Os caras mandam muito bem.
Mas foi quando Thom Yorke começou a tocar os primeiros acordes que eu pensei realmente que eu fosse morrer. Eles estavam lançando In Rainbows, um puta cd! Mas claro, meu êxtase foram com as músicas do Ok Computer, Karma Police, Paranoid Android, No surprises.
Mais uma vez, terminou novamente a meia-noite. Volta para o ônibus. Menos de oito horas depois estava novamente sentadinha na minha mesa, trabalhando, só a capa da gaita. O mais legal foi o pessoal do trampo comentando: “Vi o show do Radiohead pela TV no Multishow” e eu respondi: “Eu estava lá!”
The Killers – São Paulo – Chácara do Jóquei (de novo)
- Acho que foi novembro de 2009
Também fui de excursão nesse show, mas dessa vez acompanhada da Cinthya Mara e da Ana Carolinda. Graças à Brian – The God – Wilson esse show foi no sábado, então cedinho fomos pegar o bus em frente ao Shopping Curitiba.
Só que nós saímos na sexta e a Cinthya esqueceu a identidade dela com uma amiga nossa que não ia no show. O tiozinho não queria de jeito nenhum deixar ela embarcar, sem um documento com foto. Então, ela pegou um táxi (eram 6h40 o bus saía as 7h) e foi voando até o Barreirinha onde ela mora para buscar o passaporte. Por incrível que pareça, ela conseguiu chegar a tempo e nós embarcamos.
Ufa! Chegamos com a chuva em São Paulo. Choveu a tarde toda e metade do show. Ficamos molhadas até os ossos. Meu All-Star eu tive que jogar fora quando cheguei porque a lama impregnou nele de um jeito que nada resolveu. Mesmo assim, foi um puta show, com ótimas companhias e muita diversão, afinal os Killers são ótimos, as músicas super dançantes, então uma hora você até esquecia da água que caia ou espirrava.
Afinal, a vida até parece uma festa. E diversão é a solução para mim! Vale muito a pena o sacrifício, o frio, chuva, sol, espera, horas no bonde. Não tem como esquecer. São lembranças para toda a vida mesmo!
PS: Acabei de chegar do cinema, assiti Alice no IMAX 3D. Muito bom! Adorei, essa parada de 3D é a revolução do cinema mesmo.
PS2: A continuação desse post conto as aventuras (mas nem tanto) dos shows nacionais.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Razões que ela desconhecia
Leia ouvindo:
The Killers - For Reasons Unknown
O dia amanheceu com uma grande expectativa. O último feriado antes do Natal estava recheado de planos. Levantou, tomou café e partiu para o trabalho. O dia ia ser corrido. Tudo aconteceu normalmente. O telefonema dele confirmando a viagem dela para o interior do estado ocorreu no horário de sempre. Durante a hora do almoço, ela voou até a rodoviária para comprar a passagem para aquele dia, às 18h. Como ela tinha imaginado, estava lotada de pessoas que como ela, iam visitar parentes, amigos ou amores.
Durante a tarde, a hora não passava, mas finalmente, o relógio bateu às 17h e ela pode ir embora. A tarde estava tão linda! A caminho do interior tirou fotos do crepúsculo do dia que estava terminando. A única coisa que a incomodava era o fato dele ainda não ter ligado, só tinham se falado pela manhã, mas isso não chegava a ser uma preocupação. Ela tinha enviado um e-mail para ele informando a hora da saída e a provável hora de chegada na rodoviária. Com certeza ele já tinha visto.
Deixou que o livro de contos que estava lendo a distraísse sua mente desses pensamentos. Tinha ido a livraria uns dias antes para comprar e autografar o livro de uma de suas cantoras preferidas, que agora se mostrava uma ótima escritora.
Então, começou a lembrar dos planos que eles tinham feito para o feriado prolongado. O carro novo na garagem trazia a espectativa de momentos românticos em algum vilarejo aos arredores da cidade natal dele. A compra do carro pelos dois mostrava um futuro lindo pela frente. Um futuro juntos, destinado um para o outro. Apesar de estarem namorando há apenas dois anos, parecia que eles já se conheciam durante a vida toda. Tudo era belo e especial.
Mas, por razões que ela desconhecia, ele não apareceu na rodoviária. Por razões que ela desconhecia, seu coração não bateria mais como bateu um dia. Por razões que ela desconhecia, seus lábios não beijariam mais como um dia. Por razões que ela desconhecia seus olhos não o reconheceriam novamente.
Por razões que ela ainda desconhecia, depois daquele dia de solidão na rodoviária, a espera de alguém que está para chegar, mas que não chegou, sua vida nunca mais seria a mesma.
PS: Ufa! Meu primeiro texto de ficção (ou não!) do Blog, espero que vocês gostem.
PS2: A foto é de uma trip para Floripa, tanto tempo atrás que eu quase nem me lembro mais.


