PS2: Amy morreu ontem (sábado) mas provavelmente você estará lendo isso hoje (domingo) mas para mim ainda é ontem (sábado) pq eu não dormi.
domingo, 24 de julho de 2011
Eu volto para o luto
PS2: Amy morreu ontem (sábado) mas provavelmente você estará lendo isso hoje (domingo) mas para mim ainda é ontem (sábado) pq eu não dormi.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sem perder a ternura
Titãs - Não vou lutar
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Nem foi tempo perdido...
Legião Urbana - Tempo Perdido
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Quando a noite chegar
Nara Leão - Quando o carnaval chegar
- Quando a noite chegar cedo e a neve cobrir as ruas, ficarei o dia inteiro na cama pensando em dormir com você.
- Quando estiver muito quente, me dará uma moleza de balançar devagarinho na rede pensando em dormir com você.
- Vou te escrever uma carta e não mandar.
- Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.
- Vou ver Júpiter e me lembrar de você.
- Vou ver Saturno e me lembrar de você.
- Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.
- O tempo não existe.
- O tempo existe, sim, e devora.
- Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido. Alfazema?
- Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.
- E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.
O dia que Júpiter encontrou Saturno - Morangos Mofados - Caio Fernando Abreu.
Pág 129. Editora Agir.
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PS: Às vezes, só Caio F. me entende.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Até o dia que eu sonhei
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Entre luz e fusco
Leia ouvindo:
Echo and The Bunnymen - Lips Like Sugar
“Entre luz e fusco, tudo há de ser breve como esse instante. Nem durou muito nossa despedida, foi o mais que pôde, em casa dela, na sala de visitas, antes do acender de velas; aí é que nos despedimos de uma vez. Juramos novamente que havíamos de casar um com o outro, e não foi só o aperto de mão que selou o contrato, como no quintal, foi a conjunção de nossas bocas amorosas…”
Dom Casmurro – Machado de Assis – Pág 130 – Editora Globo.
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PS: (Re)lendo Dom Casmurro chego a duas conclusões: A) Capitu é uma das melhores personagens femininas da história da literatura mundial. B) Bentinho é o maior corno manso da literatura brasileira. Vale a leitura.
PS2: O trecho é a despedida dos protagonistas.
PS3: Ahhh, o fim de semana…
sábado, 3 de julho de 2010
Valeu, Brasil!
Somos brasileiros e não desistimos nunca. A taça será nossa em 2014!
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PS: Hj não tem ‘Leia ouvindo’ em luto a derrota do Brasil.
PS2: Ahhh, o fim de semana! =D
sexta-feira, 25 de junho de 2010
A morte de um ídolo
Leia ouvindo:
Michael Jackson – Smooth Criminal
25 de junho de 2009. Chego em casa depois do trabalho, ligo a tv e quase caio do sofá com a notícia da morte do Rei do Pop, Michael Jackson. Era quase 18h30. Lembro tão bem deste dia! Da tristeza que eu senti. A morte de um ídolo.
Lembro que eu fiquei decepcionada por ele morrer sem eu ao menos tentar ver um show dele. Afinal, a turnê “This is It'” – a última de sua carreira – tinha sido anunciada poucos dias antes. Já começava a fazer uns planos malucos se a turnê viesse para a América do Sul, eu iria vê-lo. Com certeza!
Mas o Michael morreu. E eu fiquei triste. Sempre o ouvi, desde criança, por influência do meu pai, que sempre gostou. Quando entrei na faculdade, tive uma aula de Teoria da Comunicação onde só falamos do Michael, e do seu mais famoso passo, o Moonwalk. Como esse passo mudou a história do Pop. Como o Michael mudou a história da música.
Acho tão estranho pensar nisso agora. Pensar que estaremos vivos quando a maioria dos nossos ídolos morrerem. Tenho a sensação de que eu deveria morrer antes. O bom é que os verdadeiros ídolos permanecem.
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PS: Vi na Gazeta do Povo um livro novo sobre o Michael, quero ver se compro.
PS2: Hj tem jogo do Brasil! =D
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Onde estiver, juntos
Leia ouvindo:
Scar Tissue – Red Hot Chilli Peppers
Um relacionamento pode ser comparado a um livro.
Às vezes ficamos indecisos no começo, antes de ‘pegar no tranco’. Sempre com algumas dúvidas do tipo: prosseguir com a leitura ou não, largar no meio ou continuar? Podemos deixar ele quietinho em algum lugar, mas uma hora alguma coisa vai lembrá-lo que você precisa terminar o que começou. Mesmo que isso não te incomode mais.
Ou, podemos nos empenhar na leitura, nem perceber que as páginas estão terminando. Podemos continuar lendo, mesmo depois que o livro já está na prateleira há séculos. E o tempo vai parecer que não passou, porque você vai estar sempre com ele, como uma cicatriz.
O pior é quando não queremos que as páginas acabem. Fazemos de tudo para retardar aquele momento. Tudo para não deixar aquela sensação no coração, aquele ato de derrota quando você finalmente termina um livro. Ele te venceu. Te tornou uma pessoa melhor, mais sábia. Te ensinou várias coisas. Trechos ficarão para sempre em sua memória, gravados em seu coração.
Ou podemos ter a impressão de que o livro não te deixou tão mais sábia assim, não mexeu tanto com você. Não te tornou uma pessoa melhor. Na verdade, você tenta escondê-lo no fundo de uma gaveta, dentro do baú antigo da avó, só para não admitir que perdeu tempo. Só para não admitir que teve vergonha de ler tudo aquilo.
Mesmo quando um livro é excelente ou quando não é tão bom assim, as palavras escritas de caneta, na primeira página, sempre te trazem uma lembrança boa. Como aquelas palavras que diziam em tom de profecia: ‘Onde estiver, juntos’.
PS: A editora “Ficção ou não” está bombando. Sempre é difícil para mim escrever, mas tem se mostrado um ótimo exercício.
PS2: Estou com medo de assistir o remake do Freddy Krugger, até pq sonhei (mas sobrevivi) com o infeliz essa semana. Se eu encarar eu conto a experiência por aqui.
PS3: A foto é do meu quarto reformado! O pai ajeitou ele nas férias, ficou bem legal. Claro que faltam um monte de livros nas prateleiras e a de cima despencou com o peso das Barsas, então no momento a coitada está precisando de um reforço. Vamos esperar a boa vontade do meu pai.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Sua posição preferida
Detalhes – Roberto Carlos
Sentada na cama, com os joelhos dobrados, o braço esquerdo abraçando as pernas, a mão direita puxando o lábio inferior. O olhar fixo em algum ponto do quarto, o cabelo desarrumado, vestida sempre com o seu pijama. Ao lado, seus livros “de adolescente”, como gostava de dizer, relidos pela terceira, quarta vez. Só para não pensar nele. Tudo para ocupar sua mente.
Quantos dias tinham se passado? Semana? Meses? Não conseguia lembrar, não queria lembrar. Estava começando a bloqueá-lo da sua mente. Não queria lembrar das conversas, das tardes ensolaradas, das idas ao cinema, dos acampamentos, das férias na praia. Não queria lembrar dos momentos que passaram juntos.
Para isso, tinha um “macete”. Quando vinha alguma alguma imagem dos dois em sua cabeça, colocava as palmas mãos nos ouvidos, fechava bem os olhos e chacoalhava a cabeça com força. Assim, os pensamentos escapavam, um pouco.
As coisas estavam se encaixando, com o tempo. Mas para dois “detalhes” ela ainda não tinha solução. O buraco no peito, como se tivessem arrancado seu coração e seus sonhos. Porque ela conseguia controlar tudo, menos seu subconsciente.
PS: Outro texto para a editoria “Ficção ou não”.
PS2: Hoje é sexta! Comemoração do aniver da Ana Carolina, minha arquiteta preferida. A noite promete!
PS3: E o dia amanheceu lindo. Sem chuva e com sol! Pedir calor já é demais né? Mesmo assim, adoro dias frios com sol.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Um novo começo
How Soon Is Now - The Smiths
Hoje eu perguntei no Twitter (@lalikatz) algumas sugestões de músicas deprês. E surgiu a ideia dos Smiths. Realmente, dependendo do dia eles são bem deprimentes.
Reativei esse blog. Faz tempo que tinha criado, o nome vem de um haikai do Paulo Leminski. Vou escrever aqui tudo que vier na minha cabeça, sem pretenção nenhuma. Sem compromisso de atualiza-lo, sem nada.
Para começar, hoje vou escrever sobre um assunto que vem me incomodando há alguns dias: despedidas. São sempre tão dificeis. Seja qual for. Quando eu morei na Argentina, mesmo tendo ficado pouco tempo por lá, tive que me despedir de um monte de gente. Foi difícil.
Mas acho que o pior é se despedir de um amor. De alguém que um dia significou muita coisa para você, e hoje, faz parte do passado, mas parte do ontem.
E quando não há despedidas? Ficam somente as ofensas e aquela sensação horrível de estar devendo algo, talvez uma última conversa, aquela coisa de colocar os 'pingos nos is'. É terrível.
No fim, não temos que ter medo das despedidas. Temos que viver. E se elas acontecerem novamente, fica o sentimento de que pelo menos estamos vivendo. E como dizia meu avô, "assim caminha a humanidade".
PS: Volto quando quiser. Mas acho que não vai demorar!



